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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

SPFW Tendência 2: Básicos






Maria Garcia, 2nd Floor, Osklen e Ellus

Peças que têm a cara do inverno 2009: jeans oversized, camisetinhas "podrinhas" e rock'n'roll, moletom e xadrez. O melhor? Você já deve ter quase tudo no armário.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

SPFW Tendência 1: ser um homem feminino







Inverno 2009: Alexandre Herchcovitch, Cori, Huis Clos, Iódice e Maria Bonita - pode se inspirar!

Pode ser culpa da crise, influência de Stella McCartney ou pura coincidência. Mas o fato é que peças-chave do armário masculino migram mais uma vez para o closet feminino. Os paletós aparecem maiores, tipo do namorado, e lembram os anos 1980 - seja no comprimento alongado, seja nos ombros bem marcados. O smoking também serve de referência e dá vida a macacões e sleeveless jackets. Para simplificar, um simples cardigã pode virar vestido, assim como uma camisa masculina tem tudo para se transformar em chemisier. Regra de ouro para ficar na tendência e continuar a ser mulherzinha: uma boa maquiagem, saltos altos (que podem ser Oxford ou poderosos escarpins)e acessórios. Também gosto do contraste uma peça bem masculina usada com uma masculina. Para sair na frente, compre agora, em liquidação. Tem na NK Store e na Miele by Carlos Miele. E acabo de receber um torpedo com a mensagem: garage sale Daslu, descontos de 80% nos importados. Vale a pena conferir!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Moda na rede

Direto da internet acompanho todos os desfiles de NY, Londres, Milão e, logo mais, Paris. Não me estresso com filas, lugares ou pessoas mal-educadas (brincadeirinha, gente, adoraria ver tudo ao vivo e a cores!). Mas, já que não estou lá, fico online, conferindo look a look, tentando decifrar as tendências e antecipar o que devemos ver logo mais, nos nossos desfiles de inverno (sempre alguma coisa acaba respingando por aqui). O resumo, por enquanto, fica assim:

NY - fiz cobertura na Elle, dá para ler tudo na edição de outubro da revista. Os destaques foram o desfile de Marc Jacobs (adoro a silhueta e as misturas) e o da Calvin Klein (acho lindo, mas mais difícil de usar). Enfim, são estéticas opostas, uma máxi, outra míni. Fiz minienquente aqui e Jacobs saiu vencedor... Teve também: muito e muito terninho (vale também paletó e blazer sobres saias, sobre vestido, sobretudo!), a volta dos brilhos de paetês, metalizados e cia, um pouquinho de xadrez (Marc Jacobs again), um perfume étnico aqui, um safári acolá. Moda bem comercial e fácil de usar - sai da passarela para a rua, do jeito que a gente gosta, mas que nem sempre faz nossos olhinhos brilhar.

Londres - Também estava comercial, por incrível que pareça. Até marcas como Giles e Vivienne Westwood Red label, que vem chic, nada punk, parecem ter se rendido ao "vamos vender tudo". Sinais dos tempos? Não podemos tomar sol, não podemos fumar, não podemos andar sem cinto de segurança... então, apertamos os cintos das roupas e enfiamos um tailleur para ornar com nossa pele branca escritório! Será que essa moda dura? Bom, até Carine Roitfeld já apareceu linda, fashion e à la secretária, com saia-lápis jeans! O que mais gostei da semana? O desfile de Christopher Kane (adorei as estampas)e da Luella, com suas ladies coloridas.

Milão - até aqui, fecho com Gianfranco Ferré, achei chic, chic, chic. Também gostei dos trenchcoats em dip-dye da Burberry (ótimos para verões chuvosos), da Jil Sander com suas melindrosas milimalistas (a alfaiataria é perfeita) e dos pijamas da Dolce & Gabbana. Da Prada, confesso, ainda não tenho opinião formada. À primeira vista, não gostei muito do festival de tecido amassado (achei meio déja vu) e de metalizados exagerados (aquele dourado não estava muito dourado?). Mas, enfim, já impliquei com o desfile de mohair e depois acabei achando lindo. Juro voltar mais tarde ao tema.

E vamos para Paris. No vôo que a nossa conexão pela rede permitir :)

Saia na frente








André Lima x Gianfranco Ferré - volume certo

Graça Ottoni x Dolce & Gabbana - festa do pijama

Reinaldo Lourenço x Prada - é ouro!

O nosso verão está cheio de tendências que vão ser usadas lá fora só em 2009. Ou seja, dá para sair na frente, linda e loira, com peças super trendy, made in Brazil. Inspire-se!

domingo, 7 de setembro de 2008

Eu quero!



Depois de tantos desfiles e tantos desejos despertados, começa a temporada de compras verão 2008. Sai esse fim-de-semana em busca de peças que estava querendo para atualizar o meu guarda-roupa: florais, macacão etc. O resultado? Deixei de lado os must-haves e me concentrei em clássicos.. não foi intencional e eu ainda quero, é claro, algumas pecinhas que são a cara da estação. Mas não resisti quando vi duas camisas listradas lindas e duas calças jeans, que me serviram superbem, no Ale Herchcovitch. Isso sem falar na regata de renda rosa chiclete, que não comprei porque achei cara, mas que já me arrependi e vou voltar correndo à loja em breve. A verdade é que ando menos fashionista, no sentido mais óbvio do termo, e cada vez mais apaixonada por poucas e boas peças. E por reluzentes jóias, é claro! O resumo do que quero atualmente está fincado em três bases: pele linda + clássicos + bons acessórios (jóias, se o cartão permitir!). E a sua listinha, como anda?

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Happiness



Fendi: tela branca para a imaginação!

Pode ser influência de Goldfrapp (amo!!!) ou de Alain de Botton, com sua Arquitetura da Felicidade. Não importa. O que importa é que, embora a moda ande sisuda e classuda, cada vez mais consumidores querem encontrar a tal da felicidade - ou pelo um fragmento dela - bem ali, na prateleira. Vem daí a macrotendência "Nice", mapeada pelo WGSN (sempre ele!). Parece que lá fora já estão rolando várias inciativas para deixar a vida nossa de cada dia assim, mais alegrinha. O kitsch é uma faceta desse fenômeno. O faça você mesmo é a outra. A Fendi, por exemplo, lançou uma edição comemorativa dos 10 anos da bolsa baguete em versão branca. Até aí nada demais. O detalhe é que a bolsa vinha com um kit para cada um pintar e bordar à vontade. O que vende é a idéia lúdica, quase infantil. Fazer rir virou a nova subversão. Shopping como terapia?

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Sandra Rosa Madalena




Duas imagens que despertam a vontade de ganhar o mundo, no melhor estilo cigana: Santa Ephigênia, verão 2008, e Dior, resort 2009.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Superhumans - por uma moda menos ordinária





Balenciaga, Antonio Berardi e Fendi em momento "vamos salvar o mundo do tédio"

Em tempos de Phelps, não é de se espantar que a normalidade esteja em xeque. Depois de tantas superações, de tantos desafios, o que resta fazer? A resposta parece estar no extraordinário. Não à toa, o Met foi palco da noite Superheroes, promovida pelo The Costume Institute. Também não é mera coincidência a edição style da revista New York ter uma matéria sobre Marc Jacobs, brincando com sua própria transformação - de Clark Kent, com óculos nerd e cabelo desgrenhado, para Superman, com direito a músculos bem à vista. O WGSN, que mapeia tudo quanto o que é tendência mundo afora já detectou esse movimento. Cansados da normalidade, nós, consumidores, queremos dar um passinho além. O style, no seu trendy report do inverno, também destacou essa nova moda, feita para heroínas sem superpoderes. Ou melhor, com o simples poder da compra. Coisa que toda marca - da pequena à mais poderosa - vive de olho. Melhor aprontar a fantasia!

Jeans com jeans?

Leia aqui.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Be Smart



Derek Lam resort 2009

Sou a maior adepta do look mulherzinha, com direito a muitos vestidos e saias. Mas, às vezes, tanta formosura não é possível - seja porque você vai a uma reunião, ao trabalho ou simplesmente porque quer passar uma imagem menos delicada e mais smart. Se essa é a sua intenção, pode copiar o look acima - superfácil, aliás, de ser executado, já que é feito com peças que todas temos no armário.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Compras de verão





Não gosto muito de ir à Daslu - acho longe, acho grande, fico sempre um pouco perdida e abismada com a quantidade de mulheres empurrando carrinhos lotados de roupas, como se estivessem no supermercado. Mas a verdade é que a marca tem coisas bem bacanas, a preços bons - na etiqueta nacional, que fique bem claro. Sempre que quebro essa barreira da distância/preguiça, acabo achando peças que valem muito a pena. Essas três calças acima, por exemplo, vão para minha lista de desejos - não que eu vá comprar todas, tá? Até porque todas têm a mesma função 70´s, o mesmo perfume Prada...

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Tudo azul

Maria Bonita, Osklen e Iódice: variações sobre o tema.





Todos os tons na Amapô, que investiu nos looks combinadinhos, super em alta.





Mergulhe sem medo.

domingo, 10 de agosto de 2008

Nem tudo o que reluz é ouro





Lanvi, Marc Jacobs e Marni: força nas bijoux!

Ok, jóias são incríveis e cada vez mais gosto delas. Mas, como nossos desejos nem sempre cabem na nossa carteira, é ótimo saber que as bijoux estão mais na moda do que nunca - tão na moda que inspiram a própria joalheria, vide as criações fantásticas da Dior. Se não é de hoje que é bacana usar o falso propositalmente - Chanel, sempre ela, foi a primeira a desafiar o "chic" e a usar bijoux de fantasia -, nas últimas temporadas, as bijuterias grandes, trabalhadas, ricas, foram a sensação nas passarelas do Hemisfério Norte. Culpe o déco 2008 da Lanvin, os divertidos colares pato de Marc Jacobs e os colares que mesclam pedras, tecidos e o que mais a imaginação permitir que o estilista fez para a Louis Vuitton. A Marni e a Balenciaga são outras marcas-desejo que apostam em releituras modernas e mais acessíveis do que jóias (mas não se engane, mais acessível não quer necessariamente dizer barato, já que o tal colar da LV custa mais de US$ 7 mil!). Mas o fato é que essas marcas, que sempre lançam tendências, dão o aval para usarmos, sem medo, nossas bijoux... Por aqui, há versões bem legais. A Mixed fez um colar com mix de materiais nesse verão, bem bacana, que remete aos vistos nas passarelas internacionais. Na Kudra, dá para achar colares geométricos com pedras à la déco, caso você não possa compras os da Lanvin (que na Daslu custam bem caro). Quem gosta de itens mais clássicos e bem feitos, não vai se decepcionar com a Bibi Castejon, designer que vende na loja da Andrea Simione, entre outros lugares, e que tem inúmeras versões de brincos, pulseiras e colares que fazem sempre bonito - tenho um par de brincos com franjas douradas e pedra verde que amo. E quem gosta de um clima mais artsy, pode ficar com as pulseiras enormes de fios, botões e pedras da Tarântula. Todas essas marcas têm em comum o cuidado com a qualidade, o que é fundamental no caso das bijoux. Afinal, é prova de maturidade fashion tirar vantagem do falso, desde que o falso não tenha cara de falso, não é mesmo?

domingo, 29 de junho de 2008

Quando o verão chegar... o que nós vamos usar






Maria Bonita e o look 2 tendências em um, a jardineira jeans da 2nd Floor, o bege chic de Herchcovitch e o look blanche total da Amapô.

Fiquei pensando que já era tarde demais para falar de SPFW - meio loucurinha, né, já que estamos em pleno inverno, com direito a friozinho e tudo. Mas, como diz o povo, antes tarde do que nunca...

Não temos grandes tendências para a próxima estação. Os anos 1970 continuam, só que aparecem agora hippies mesmo - o chic fica só para quem quiser. Tie-dye, batik, bocas largas, sandálias meia-pata com salto de madeira. Pode ir montando o kit. A boa notícia: quase tudo do inverno já está em liquidação (Animale, NK Store, Daslu etc, etc). Vi na Animale, por exemplo, ótimas calças, que vão durar até o fevereiro chegar...

O romance é outro grande "tema". Vem embalado pelo clima boudoir, que pintou lá fora, e pede babados, cores doces, uma camisolinha aqui, uma renda acolá. Misture tudo com sandálias pesadas para não ficar com cara de menina - exageradamente menina. Dica: compre uma camisola antiga em brechó e faça forros lindos, deixando a rendinha aparecer.

Cores. Branco, bege (ele aparece em looks totais, chic, chic, chic), pastéis (lilás, verdinho, rosinha...), turquesa (é novo e lindo!) e ...preto. Tá fácil, né? Valem também os fortes amarelo e laranja (menos novos).

Peças. Macacão (e macaquinho, e jardineira). Vestidões (e vestidinhos). Shorts (e bermudas). Biquínis (e maiôs chics - amo os da Lenny).

Acessórios. Chapéu, com pegada masculina. Colar de turquesa. Gladiadora (compre agora, em sale!!!). Bolsa de mão. Bolsa grande. Sandálias abotinadas.

A lista não é tão grande assim. Ainda bem. Com os preços do jeito que estão, ninguém conseguiria atualizar tanto o wardrobe. Vale adaptar. Mais isso é um outro post. :)

quarta-feira, 28 de maio de 2008

O florescer das cores



Hitoe com padrão de cerca de bambu e fonogramas, de crepe de seda branca - traje típico de verão.



Kosode com padrão de montanhas e rios da China, Yûzenzome em crepe de seda verde-claro - o branco das ondas é feito graças à técnica de Yûzenzome, que vedava por encolagem parte do tecido.



Furisode com padrão de névoa, galhos pendentes de flores de cerejeira e correnteza - veste do teatro kabuki.

Você já deve ter notado que a moda anda caída de amores pelo Oriente. Mangas largas, gola mao, estampas típicas, vide Balenciaga. Tudo com um perfuminho japonês-chinês. (Sim, porque a cultura japonesa deve muito à chinesa). O mais bacana é aprender que a moda, no Oriente, sempre foi assunto levado a sério. Fui visitar a ótima exposição O Florescer das Cores, na Pinacoteca, e saí encantada com a riqueza dos quimonos e todas as suas variações - para cada tamanho de manga há um nome específico (Hitoe, Kosode, Katabira etc), existem os de interiores e os de ocasiões formais, os com e sem forro etc etc. Para se ter uma idéia de como tudo era fashion desde tempos remotos, a estampa de cada peça determinava a estação do ano em que ela deveria ser usada. Ou seja, eles já lidevam com a idéia de coleções no período Edo, que vai do século XVII ao XIX. Outro indício de que a moda era importante em todas as castas sociais é que, se não havia revistas de moda, não faltavam publicações sobre "o" tema. É de 1666 o livro Go Hiinakata (Grandes Modelos de Quimono), espécie de revista Manequim da época, que mostrava os modelos mais desejados e a maneira de fazê-los. O desenvolvimento da indústria têxtil e das técnicas de estamparia foi fundamental para consagrar a arte dos quimonos e a moda japonesa. Crepes de seda, brocados, adamascados e veludos dividiam espaço com tie-dyes e batiks, entre outros. Em 1687, foram contabilizados 27 tipos diferentes de tingimento! E tem gente que ainda acha que tie-dye é coisa dos hippies dos anos 1970...A moda faz parte e retrata a história da humanidade (e é uma delícia viajar no tempo com ela e ver como viviam pessoas de tempos e lugares tão distantes e diferentes). Um pedacinho dela pode ser visto até o dia 22/06, aqui em São Paulo. Corre!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Em busca do resort perfeito





Looks Chanel Resort Collection 2009. Fotos Style.com

Adoro a idéia de resort collections. O nome já dá a sensação de um clima de férias, embora a idéia seja meramente comercial - ter coleções entre coleções e garantir vendas o ano inteiro. Mas o fato é que elas realmente são mais leves, com peças que parecem te convidar para balneários e pequenos paraísos na Terra. Talvez esteja justamente aí o encanto delas. Na correria do dia-a-dia, em que temos de estar impecáveis 24 horas por dia, as resort collections surgem como pequenos agrados, daqueles que você não precisa, mas merece se dar. Por que não um maiô incrível da Chanel para o seu banho de praia (às 7h da manhã para não estragar a pele ou ficar com marcas!)? Ou uma roupinha confortável, mas linda para curtir um passeio no parque? Tudo, de preferência, em tons pastéis ou estampas alegres para entrar no clima relax.

Isso me faz pensar na onda de "arquitetura da felicidade", em que Alain de Botton e outros seguidores pregam que ambientes alegres ajudam a deixar a vida mais feliz. Johantah Adler, em My prescriptions, vai além e garante que um bom décor é mais eficiente do que anos de terapia! Como disse Maria Ignez Barbosa, em sua ótima coluna no Casa &, do Estadão, troque o Prozac por estampas pop.

Acho que isso também vale para roupas. Embora ame pretos e cinzas e seja fã da alfaiataria perfeita de Yves Saint Laurent, acredito que às vezes um amarelo radiante ou um rosinha tie-dye te faz ver as coisas sob outra perspectiva. E transmite para todo mundo, no mínimo, um pouco mais de diversão e bom-humor. Seja em um pequeno paraíso na Terra ou no caos urbano de São Paulo.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

That dress e o novo masculino



Foto: Adelaide Ivánova/Chic
Eu e Glória Kalil com "o" vestido by André Lima

Eu tenho, Glória Kalil tem, Costanza Pascolato, não contente com um, comprou dois. Camila Pitanga tem, Regina Casé idem, Simone Monte (dona do bistrô Sophia) e Simone Esmanhotto também. E até Patricia Carta, que sempre aparece por aí com calças de alfaiataria, se rendeu ao vestido da foto acima. Feito inicialmente para ser uniforme do staff de André Lima, O vestido conquistou muita gente. Pudera, é lindo, né não? Tem estrutura em tubo e uma manga sino megaincrível. O modelo faz parte da linha Dia, lançada ano passado por André e repleta de modelos + curtos feitos de algodão e tricoline (os preços são ótimos) e bem fashion.

Outra criação do estilista que promete virar hit é a linha de T-shirts (da nova coleção masculina, lançada oficialmente no próximo dia 17) com estampas inspiradas em filmes de terror - Nosferatu e Frankestein, entre outros. Costanza, sempre na frente, já comprou a sua com estampa do filme O bebê de Rosemary. Eu ainda estou na dúvida e resolvi esperar para ver todas no dia do lançamento. Mas, como tava difícil de segurar o impulso quero-já, encomendei uma blusa com modelagem feminina, mas tricoline de uma das camisas sociais do masculino - essa, amiga, espero, vai ser exclusiva. Puro luxo!

Mulheres no topo




Looks do inverno 2008

Sempre fui fã (e consumidora) do trabalho da estilista Cris Barros. Desde quando a marca ainda se chamava Wardrobe e estava no baixo Jardins, quando o baixo ainda não estava no topo, eu me encantava com os vestidos românticos, calças de alfaiataria e casacos incríveis feitos por ela. Isso sem falar da linha de t-shirts superbásicas e superfofas - tenho até hoje uma que comprei há quase três anos com a estampa do Zorro, o cachorro da Cris. Claro que nem tudo era perfeito. Teve uma época em que o acabamento, por exemplo, deixava a desejar. Mas logo Cris resolveu a questão e foi, de vestido em vestido, expandindo a marca que passou a levar o seu nome. Hoje, atrasada, fui conhecer a nova loja, na rua Vitório Fasano. O lançamento era ontem, mas, por um erro de agenda, achei que fosse hoje. Tudo bem. Deu para ver a loja sem muvuca - o espaço é enorme - e mais uma vez conferir as peças de inverno, inspiradas no Butão, de perto. Isso sem falar na linha nova, com minivestidos e minitúnicas feitas especialmente para crianças - se a Maria Clara não escolhesse as próprias roupas, meu cartão de crédito teria sofrido uma bela baixa. Bom, pelo tamanho da loja e dos planos - ela também vai abrir um espaço no Shopping Cidade Jardim -, os negócios devem ir de vento em pompa. Não é de se espantar. Poucas marcas entendem tão bem as mulheres de hoje, que trabalham, têm mil e um compromissos, filho, gato, marido, mas que não abrem mão de serem "mulherzinhas", no melhor sentido da palavra. "Toda a mulher quer se sentir bonita", me disse Cris, em um bate-papo recente. Eu não tenho a menor dúvida de que ela tem toda a razão. E de que contribui muito para que isso aconteça.

domingo, 4 de maio de 2008

Arena moderna


Balenciaga, verão 2008: o sapato que meio mundo copiou


Estou numa fase gladiadora. Explico: a sandália, inspirada nos sapatos romanos, que é a cara do verão, bem Saint Tropez, não sai da minha cabeça (e dos meus pés, é claro!)desde o verão passado. Tudo começou em 2007, quando a Chanel fez uma rasteira, mas bem mais alta que os modelos tradicionais (ia até o joelho). Procurei, procurei lá fora, mas sempre estava na estação errada - ou ainda não tinham lançado ou já tinha passado! E tive de me contentar em vê-la nos pés da Daria ou da Mary-Kate Olsen :(. Depois, Balenciaga fez as suas incríveis gladiadoras botas, no verão de 2008 e elas pipocaram mundo afora - no Fashion Rio, Melk Z-da fez versões bem parecidas.

Sem conseguir nenhuma das tops, decidi entrar para a arena com modelos mais humildes mesmo, mas cheios de efeito: comprei duas, uma rasteira preta, na H&M, e uma de salto, cinza metalizada, na Emporio Naka. Mas ainda não me dei por satisfeita. Estou namorando o modelo da Tag, marca que descobri recentemente via Oficina de Estilo e que adorei, e achei bem bacana a versão do Studio Tmls (minha preferida é a palmira burned orange, num tom de couro natural). O melhor é que elas são clássicas (pelo menos em todo verão) e agora, com saltinhos e muitos efeitos especiais, chegam também à noite, como ótimas alternativas às manjadas sandálias de festas. Isso sem contar o efeito superpoderosa: você realmente se sente mais forte com uma gladiadora nos pés. Que venham os leões.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Tudo o que reluz é ouro

Minha paixão por jóias é recente, mas avassaladora - pena que seja grande demais para o tamanho do meu bolso. Mas, como nunca é demais sonhar e se inspirar, listo aqui o meu top 10 preferido (do Brasil) + listinha de desejos:

10 - Camila Sarpi: nova geração, Camila é fofa e talentosa - faz coisas incríveis com madeira, descobre pedras inusitadas, cria peças que fogem do óbvio. Quero já: anéis colecionáveis, que parecem balas!
9-Dryzun: tem preço bom e peças bacanas. Quero já: colar de bolas brancas, da linha Josephine Baker.
8 -Ana Rocha & Apolinário: femininas, moderninhas, acessíveis e perfeitas para o day by day. Quero já (na verdade, já faz tempo): brinco de elos em três tons de ouro (amarelo, branco e rosa).
7 - Izabel Esteves: glamour é a palavra - pelo menos é a parte do trabalho dela que mais gosto. Se é para querer, fico com o colar de pedras de diamantes irregulares.
6 - Mario Pantalena: tradição x modernidade. Quero já: cocktail ring com pedras poderosas.
5 - Carla Amorim: o que mais gosto no trabalho dela é o cuidado extremo com as peças, incluindo os "forros" das jóias. Quero já: pulseiras colecionáveis de ouro rosa.
4 -Fabiana Mortari: super estilosa e linda, Fabiana faz jóias grandes e com cara de antiguinha, Difícil encontrar uma igual por aí. Quero já: brinco de turquesa, opalas e diamantes déco,
3 -Família Vartanian: Jack e Ara têm marcas distintas, mas as duas são repletas de peças com espírito art déco e pedras de primeira. Quero já: brinco da linha Tous le jours, do Jack.
2 -H. Stern: ela é gigante e tem qualidade exemplar. Minhas coleções preferidas são a da DVF, a da Rua das Pedras e a mais recente, do Grupo Corpo. Maravilhosa! Quero já: o brinco com efeito 3-D, que parece um lustre de ouro vazado.
1 - Silvia Furmanovich: as jóias mais exóticas, especiais e com misturas incríveis que eu já vi. Quero já: peças com coral e drusas.