segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Tudo azul

Maria Bonita, Osklen e Iódice: variações sobre o tema.





Todos os tons na Amapô, que investiu nos looks combinadinhos, super em alta.





Mergulhe sem medo.

domingo, 10 de agosto de 2008

Nem tudo o que reluz é ouro





Lanvi, Marc Jacobs e Marni: força nas bijoux!

Ok, jóias são incríveis e cada vez mais gosto delas. Mas, como nossos desejos nem sempre cabem na nossa carteira, é ótimo saber que as bijoux estão mais na moda do que nunca - tão na moda que inspiram a própria joalheria, vide as criações fantásticas da Dior. Se não é de hoje que é bacana usar o falso propositalmente - Chanel, sempre ela, foi a primeira a desafiar o "chic" e a usar bijoux de fantasia -, nas últimas temporadas, as bijuterias grandes, trabalhadas, ricas, foram a sensação nas passarelas do Hemisfério Norte. Culpe o déco 2008 da Lanvin, os divertidos colares pato de Marc Jacobs e os colares que mesclam pedras, tecidos e o que mais a imaginação permitir que o estilista fez para a Louis Vuitton. A Marni e a Balenciaga são outras marcas-desejo que apostam em releituras modernas e mais acessíveis do que jóias (mas não se engane, mais acessível não quer necessariamente dizer barato, já que o tal colar da LV custa mais de US$ 7 mil!). Mas o fato é que essas marcas, que sempre lançam tendências, dão o aval para usarmos, sem medo, nossas bijoux... Por aqui, há versões bem legais. A Mixed fez um colar com mix de materiais nesse verão, bem bacana, que remete aos vistos nas passarelas internacionais. Na Kudra, dá para achar colares geométricos com pedras à la déco, caso você não possa compras os da Lanvin (que na Daslu custam bem caro). Quem gosta de itens mais clássicos e bem feitos, não vai se decepcionar com a Bibi Castejon, designer que vende na loja da Andrea Simione, entre outros lugares, e que tem inúmeras versões de brincos, pulseiras e colares que fazem sempre bonito - tenho um par de brincos com franjas douradas e pedra verde que amo. E quem gosta de um clima mais artsy, pode ficar com as pulseiras enormes de fios, botões e pedras da Tarântula. Todas essas marcas têm em comum o cuidado com a qualidade, o que é fundamental no caso das bijoux. Afinal, é prova de maturidade fashion tirar vantagem do falso, desde que o falso não tenha cara de falso, não é mesmo?

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

No magazine com Madonna



Li hoje na coluna do Alcino, na Folha, que a Madonna vai fazer a próxima campanha da Renner. Como jornalista, peguei o telefone correndo para confirmar a história, mas, a assessoria de imprensa, em cima do muro, não confirma... mas também não nega a possibilidade. Resumo da história: são grandes as chances da loira aparecer com as roupas e acessórios da rede, que nasceu no sul, e se espalhou pelo país. Hoje a Renner, aliás, é a loja de departamento + bacana para garimpar tendências e pagar bem baratinho. Rápida e certeira, a equipe de estilo traduz quase tudo o que rola nas passarelas... e, como a meta é vender em escala, cobra pouco por isso. Madonna já foi garota-propaganda da GAP e fez uma coleção em parceria com a H&M. Poder não falta e com certeza ela ajudaria a alavancar as vendas. Será que dessa vez a Renner vira a Top Shop made in Brazil, conquistando o público mais ligado em moda (aquele que ainda não descobriu as vantagens de ir até lá)? É esperar para ver - e comprar muito!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

A pele é a nova bolsa



Entre a pele e a bolsa. Com qual você fica?


Estou obcecada com a minha própria pele. Não que ela tenha algum problema grave, mas, como nunca tratei muito da coitada e só agora encontrei "a" dermatologista (a fera e brava Carla Vidal), fiquei fascinada com a possibilidade de realmente ter a tal pele de pêssego. E dá-lhe tratamento. Ácidos, cremes, protetor solar (sempre), Skin Peel, laser. O investimento é peso-pesado, tipo uma bolsa - da Chanel!!! Por isso, criei essa teoria louca, que dá nome ao post. Mais vale uma pele boa e uma bolsinha mais ou menos, do que o contrário :)

terça-feira, 29 de julho de 2008

Segredinhos de estilo

O Chic fez uma enquete com seis mulheres (eu incluída) sobre estilo & moda. E é superbacana ver como a receita é quase sempre bem mais simples do que a maioria das pessoas pode pensar. A minha é sempre tentar equilibrar tudo. Se o acessório é mega de grife, a roupinha pode ser mais simples, básica ou de brechó. Se a saia tá curta, uma boa camisa de tricoline, soltinha, + sapatilhas resolvem a equação. Consciência corporal ajuda - e muito, como diz a Gloria. E, cada vez mais, estou pensando como a Alexandra Farah: uma pele linda faz toooooda a diferença! E o seu segredinho de estilo, qual é?

quarta-feira, 16 de julho de 2008

30 anos esta noite



Na verdade, foi ontem, mas não tive tempo de postar :(
Agora que me encaixo na definição de Balzac, fiz uma listinha com 30 clássicos que toda mulher - especialmente as balzaquianas - mereciam ter no armário. Para sonhar, se inspirar ou improvisar!

1. bolsa Birkin, Hermès. Estive perto, bem perto. Mas não deu. Quem sabe nos 40?!
2. bolsa 2.55, preta, com corrente dourada, Chanel. É o clássico do clássico, né gente? Acabei de receber um email do Trash Chic dizendo que neste mês eu tenho desconto lá. Quem sabe é agora.
3. miniKelly, Hermès. Bom, adoro a Kelly, mas a míni é...luxo. Mostra que você já tem tanta, mas tanta it-bag que pode comprar as minúsculas sem se importar com a função utilitária da peça.
4. uma solinha vermelha, Louboutin. É o designer de sapatos do momento.
5. uma sapatilha bicolor, Chanel. Outra vez ela.
6. um trenchcoat. Ele está aí desde a 1a. Guerra Mundial. Deixou as trincheiras para virar símbolo de elegância, com direito à etiqueta Burberry. Pense em Casablanca - o filme!
7. uma camisa branca. Fácil. Mas fundamental.
8. um terninho incrível. Nem tão fácil. Achar o certo - clássico, mas com chilli, é um desafio!
9. um pretinho - nada básico. Os muito simples viraram sinônimo de preguiça fashion. Melhor escolher um com uma manga sensacional, um volume aqui ou um corte assimétrico acolá.
10. pérolas. Muitos deram a vida por elas. Hoje, elas são criadas com o objetivo de virar lindas jóias. Quem resiste? Pense em Carry Bradshaw. Ou em Coco Chanel. Again!
11. diamantes. Tenho uma teoria. Quanto mais velha uma mulher, mais diamantes ela merece ter. O que vocês acham?
12. rubis/ esmeraldas. Sim, adoro jóias! Pedrinhas vermelhas ou verdes brilhando. Nem precisa ser muito grande - aliás, prefiro as delicadas, que não vêm com a mensagem "ostentação".
13. relógio Cartier. Confesso que não sou fã de relógios, mas o modelo com visor quadrado de ouro rosa é tão 30 and something...
14. wrap dress. Pense em Diane von Furstemberg. Alguém lembra a idade dela?
15. casaco safári. Yves Saint Laurent na essência.
16. jaqueta perfecto. Tá aí, né? Aliás, tá aí desde os anos 1950! Clássico com rebeldia.
17. jeans. Óbvio, nem deveria estar nessa lista. Mas que armário vive sem um? Eu até tento, mas não consigo...
18. óculos de sol GG. Jackie O. sabia das coisas. Além de estiloso, ajuda a disfarçar imperfeições, tipo as olheiras que teimam em dar bom dia.
19. um cashmere legítimo. Só dá para saber porque um cashmere é um cashmere tocando na peça. Pode apostar.
20. uma calça preta. E outra branca e outra bege. Não sou fã de calças, mas às vezes é preciso entrar nelas. Que seja em grande estilo.
21. um floral. A estampa mais clássica. Liberty, grande, artsy. Escolha o seu.
22. bolsa de palha. É fino. Sempre penso no dia em que vou carregar a minha - na cidade.
23. cardigã. Não há inverno sem ele.
24. minauderie. Mais uma da categoria não preciso, mas e daí? No máximo, cabe um batom.
25. vestido longo. Porque você nunca sabe quando vai chegar aquela festa. Um modelo longo, para o dia, também é chic, chic, especialmente de...
26. rasteira. Não é qualquer uma não. Desça do salto sem perder a pose.
27. casaco 3/4 de lã. Elegância no ato. Dá para usar também como vestido.
28. saia-lápis. É hora de ser mulher, não é mesmo? Tem coisa mais mulher do que saia-lápis?
29. um bom vintage. Porque tem história, tem tradição. Procure aqui ou lá fora, caso não tenha herdado o seu.
30. solitário. Acompanhada ou sozinha, está na hora de ter um!

domingo, 13 de julho de 2008

Campos e as peles



Kate Bosworth e seu incrível casaco de pele certificada, da Fendi. Vale?


Fui passar o feriado em Campos de Jordão porque adoro o festival de inverno, o frio, os chocolates e porque, claro, as crianças adoram. O programa foi perfeito: vi Antonio Meneses e Rosana Lamosa na catedral e a orquestra do Rio sob regência de Minczuk no auditório. Comi e bebi muito chocolate. Andei muito de trem - o Bernardo adora. E fiquei de olho - sempre - na moda. E o que a mulherada mais usava por lá? Peles, my dear. Fakes e naturais - aprendi a diferenciá-las com a Gloria Kalil: se tem muito brilho, é sintética. Se é mais opaca (pode pensar no pêlo do seu gato ou cachorro), é verdadeira. Tinham as duas. Algumas horrorosas, com muito brilho e cara de pelúcia B. E as verdadeiras, que me deixam sempre dividida. Não como carne e sou, por princípio, contra qualquer coisa que provoque sofrimento nos animais. Mas confesso que, às vezes, acho pele glamourosa. Se bem que, em Campos, por mais frio que estivesse (e não estava tanto, 5,6 graus), fico pensando se não é um pouco brega usar pele. Enfim, sentimentos contraditórios tomaram conta de mim. E você o que acha? Peles fakes ou verdadeiras são chics ou bregas?